Notícias

COPRODUÇÃO BRASILEIRA ‘DIAMANTINO’ FAZ ESTREIA MUNDIAL NA SEMANA DA CRÍTICA, EM CANNES

Produzido pelo brasileiro Daniel van Hoogstraten, mesmo de “Fala Comigo”, e distribuído pela Vitrine Filmes, o filme terá sua estreia mundial amanhã, dia 11 de maio, no Festival.

A coprodução brasileira, francesa e portuguesa “DIAMANTINO”, de Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt, vai fazer sua estreia mundial na Semana da Crítica, no Festival de Cannes, que começa no próximo dia 8. Rodado em Portugal, o longa trata de maneira bem-humorada assuntos da atualidade, como o culto à celebridade, o crescimento da extrema direita e a crise dos refugiados.

A trama traz o jogador de futebol Diamantino (Carloto Cotta) no centro da história. Depois de ser responsabilizado por um dos maiores fracassos da história recente do futebol português, o jogador resolve deixar os campos. Em crise, ele resolve fazer uma série de coisas em busca de um novo propósito na vida, entre elas, a adoção de um refugiado. Enquanto embarca nessa odisseia, as irmãs gêmeas do jogador tramam para continuarem lucrando às custas do seu talento nas quatro linhas.

– Sabíamos que queríamos trabalhar com Carloto Cotta. Ele oferece performances tão generosas e inventivas que são cativantes e hilárias. Assim que pensamos nele, o imaginamos como um gênio do futebol ingênuo e milionário – o mais icônico dos ícones portugueses. As peças vieram juntas de uma vez – ator, personagem, história – o que foi ótimo. Nós escrevemos o filme com Carloto em mente, mas no set ele realmente trouxe vida ao filme inventando um herói surpreendentemente tocante – elogiam os diretores.

– Meu primeiro contato com o Diamantino em 2012, foi no Festival de Rotterdam, onde estava com o projeto do Fala Comigo. A partir daí foram muitas conversas, o roteiro mudou bastante, evoluiu muito e virou quase outro filme. Todo o processo foi bem complexo, o primeiro projeto internacional da Syndrome não majoritariamente brasileiro, mas com apoio da ANCINE e do FSA, conseguimos realiza-lo. Foi um super aprendizado e estou muito feliz com esta estreia em Cannes – diz o produtor Daniel van Hoogstraten.

O filme é uma coprodução entre a portuguesa Maria & Mayer, a francesa Les Films du Belier e a brasileira Syndrome Films, de Daniel van Hoogstraten, que produziu o premiado filme “Fala Comigo”. A distribuição no Brasil é da Vitrine Filmes.

Sinopse:
Diamantino, o maior jogador de futebol do mundo, perde seu talento e encerra sua carreira em desgraça. Em busca de um novo propósito na vida, o ícone internacional embarca numa odisseia delirante, onde ele enfrenta o neofascismo, a crise dos refugiados, mutações genéticas, e a busca pela origem de seu gênio.

Ficha Técnica:
direção: Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt
produzido por: Daniel van Hoogstraten, Justin Taurand e Maria João Mayer
produtora: Maria & Mayer (Portugal) / Les Films du Belier (França)
coprodução: Syndrome Films (Brasil)
roteiro: Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt
elenco: Carloto Cotta, Cleo Tavares, Anabela Moreira, Margarida Moreira, Joana Barrios, Maria Leite
direção de fotografia: Charles Ackley Anderson
direção de arte: Bruno Duarte e Cypress Cook
montagem: Raphaëlle Martin-Holger
edição de som: Daniel Turini e Fernando Henna
mixagem: Benjamin Viau
música original: Ulysse Klotz & Adriana Holtz

SOBRE A SYNDROME FILMS
A Syndrome Films é uma produtora de conteúdo audiovisual, baseada no Rio de Janeiro, que desenvolve e produz projetos de alta qualidade artística, levando também em conta seu potencial comercial. Além de “Diamantino”, outras obras produzidas pela Syndrome e seus sócios estão o curta “Tá”, de Felipe Sholl (2007), ganhador do Teddy Award no Festival Internacional de Cinema de Berlim 2008, o documentário longa-metragem “Rainhas”, de Fernanda Tornaghi e Ricardo Bruno (2009), vencedor do grande prêmio do Festival Brasileiro de Nova Iorque 2010, o curta “Gisela”, de Felipe Sholl (2011), o longa-metragem “Fala Comigo”, de Felipe Sholl (2016), que estreou no Festival do Rio 2016, recebendo os prêmios de melhor atriz e melhor filme, e coproduziu os longas-metragens “Pendular” (2017), de Julia Murat, coprodução Argentino-Franco-Brasileira, que recebeu o prêmio FIPRECI na sua estreia no Festival Internacional de Cinema de Berlim 2017.
 

Michelle Felippelli
27 anos, fotógrafa e publicitária formada e uma completa bookaholic. Sou exatamente ao pé da letra o significado de Agridoce: amarga e doce. ;) Junto com a Priscila sou fundadora do Portal Garota Agridoce, além de ser administradora, colunista e social media por aqui.