O Vitral Encantado foi o livro escolhido para a resenha de hoje. Escrito por Diana Wynne Jones e lançado pela Galera Júnior, essa história é tão gostosinha que te envolve, mesmo sendo uma narrativa mais “relax”. Aproximadamente 2 dias e meio, esse foi o tempo que levei para concluir essa leitura. Se eu gostei? Confira a resenha abaixo e descubra!

capa - o vitral encantado - galera record - resenha - garota agridoce blogO Vitral Encantado

Livro Infanto-Juvenil, com 304 páginas, escrito por Diana Wynne Jones e publicado no segundo semestre de 2015 pela Galera Júnior.

Sinopse: O avô de Andrew Hope acabou de falecer e lhe deixou seu casarão como herança. Mas muito mais do que isso. Ele era um grande mago e Andrew herdou também o campo de proteção da propriedade (o que automaticamente o torna responsável pela segurança de todos os que vivem ali) e um curioso artefato: um vitral de muitas cores e claramente mágico. Quando o jovem Aidan Cain, caçado pelos temidos Perseguidores, surge em sua porta à procura de abrigo, Andrew encontra nele um amigo para desbravar os arredores do casarão. Mas com Aidan ele vai descobrir que o passado de sua família pode ter muito mais magia do que imaginava. Diana Wynne Jones nos proporciona uma aventura delicada e cheia de humor britânico moderno. O Vitral Encantado é um prato cheio para os fãs de Neil Gaiman e outros autores de fantasia.

Esse livro tem sabor de infância, gostinho de quero mais! Conhecemos Andrew e sua história pós-morte de seu avô, dono de Melstone House (uma propriedade gigantesca que possui um campo mágico de proteção a cercando). Andrew trabalha em uma faculdade e sonha em escrever seu próprio livro e, ao se mudar para Melstone House, abre mão de tudo – graças a herança deixada pelo avô – com o intuito de se dedicar ao seu livro. Ele não consegue entender muito bem essa relação da casa, do campo mágico de proteção e das atitudes dos funcionários do local. Tudo fica muito confuso a principio e ele não consegue compreender muito bem, se adaptar de primeira.

Os funcionários tem seus desejos próprios, suas manias e regras. Por exemplo, o Sr.Stock. Ele cuida da plantação, é um dos participantes do concurso de vegetais/legumes mais bonitos e também é responsável pelos jardin. Simplesmente enche caixas e caixas de legumes e vegetais, e literalmente ameaça não deixar mais caso algum deles sejam jogados no lixo (o que Andrew faz com frequência). A Sra. Stock é quem cuida da casa. Ela se zanga muito fácil com tudo, principalmente com as mudanças de móveis que Andrew faz pela casa. É uma guerra constante entre eles: ele muda de lugar, em seguida ela volta tudo de novo. Vale lembrar que, por mais que tenham o mesmo sobrenome, os Stocks não são parentes.

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Com o passar do tempo o que parecia ser algo tranquilo se mostrou completamente inverso. Andrew percebe que a magia presente naquele lugar era bastante intensa e única. Ele esperava calmaria e sossego, em troca recebeu muitas atribulações, grandes aventuras e estranhezas que só acontecem em Melstone House.

Como uma boa história deve ser, temos todo o “QUE” da história baseados no vitral colorido (e encantado, claro), com o o aparecimento do Sr. Brown e os acontecimentos que se sucedem pós sua chegada a história. Ele é dono das demais propriedades além do campo de proteção mágico. O que ele quer? Melstone House. Sim, ele quer tomar posse da herança de Andrew e se encarrega de trazer as aventuras para a história.

Os personagens são todos muito bem construídos e caracterizados, generosos e implicantes em determinados momentos e muito corajosos.. em sua maioria de enorme coração. <3 Personagens secundários aparecem no decorrer da história, o que a torna mais instigante, nos faz devorar mais as páginas e nos apresenta a novas perspectivas de rumos pra história.

A diagramação desse livro está impecável e eu estou apaixonada demais pela capa. Confesso que solicitei esse livro por conta dessa capa: fiquei encantada e apaixonada por tamanha lindeza.

Esse é um daqueles livros gostosos de ler, do inicio ao fim. Ele mexe com sua imaginação, desperta aquela sensação gostosa de história infantil (não as bobinhas, mas sim aquelas que te fazem imaginar, sabe?) Um mundinho mágico muito bem imaginado, detalhado e criado. Uma escrita encantadora, surpreendente e mágica.

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