Luz, Câmera.. Ação!

O diário de Anne Frank

Olha só quem entrou na roda?! Eu 😀 Hoje vou começar minha participação no especial “Setembro, mês da resenha!” aqui do GA.  Escolhi um filme muito especial e espero que vocês gostem. Vamos lá? 😉


Título Original: The diary of Anne Frank

Diretor:  George Stevens

Roteiro: Albert Hackett, Frances Goodrich

Ano: 1959

Remaker: 2009

Duração: 1:40:04

05

 

 

 

Sinopse: Anne Frank é uma jovem judia de 13 anos que vive escondida no sótão de um estabelecimento comercial juntamente com seus pais, Otto e Edith, e sua irmã Margot. Além deles, vive no mesmo local outra família de origem judia, composta por Hans Van Daan, Petronella Van Daan, Peter Van Daan e Albert Dussell, que é um idoso dentista. A jovem documenta a sua vida num diário enquanto se esconde da Gestapo da Holanda. Este refúgio foi arranjado por Kraler e Miep, os proprietários de diversas lojas. Durante dois anos eles ficaram escondidos, vivendo sempre na apreensão de saberem que podiam ser traídos ou descobertos a qualquer momento e mandados para um campo de concentração. Apesar disto, eles sonham com dias melhores, ao mesmo tempo em que Peter e Anne se apaixonam.

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Já tinha escutado tantos comentários positivos sobre esse filme e até mesmo tinha estudado a história dele no ensino médio.. com isso, vi uma necessidade absurda de separar quase duas horas do meu tempo, para assisti-lo! Posso dizer com toda certeza que é um filme de cinco estrelas, e sem sombra de dúvidas entrou para a lista dos meus filmes favoritos!

O filme segue a mesma linha do livro ‘’O diário de Anne Frank’’, abordando fatos literários, históricos e emocionantes. Ao longo das quase duas horas, o filme mexe com as nossas emoções. Conseguimos ir do ápice da esperança até a mais profunda aflição em questão de minutos. Podemos ver Anne crescer bruscamente, aprender mais e mais sobre si mesma e também em como lidar com sua mãe, Peter e com o restante das pessoas que convivem com ela, dentro do anexo, enquanto eles estão sobre terror psicológico.

Falando sobre as outras pessoas que estão no anexos, passamos a torcer por cada um que vivem com Frank, mesmo sabendo que eles já estão sentenciados.

A gente não faz ideia de como mudou até que a mudança já tenha acontecido. – Anne Frank.

Quando assistimos os últimos relatos de Anne, ainda conseguimos enxergar uma luz – fraca – no fim do túnel e chegamos até mesmo a acreditar que eles terão um futuro melhor, já que eles deram tudo de si para se manterem fortes e corajosos.

Resumindo: O desfecho me trouxe lágrimas e grandes reflexões. O diário de Anne Frank é um filme extremamente impactante, que nos envolve e nos acrescenta uma bagagem de vida imensurável!

Espero que tenham gostado  e não deixem de comentar, afinal, quero muito saber a opinião de vocês! 😉


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20 anos, estudante de Psicologia. Formada em TV e Cinema pela Oficina de Atores em 2010. Blogueira por amor e colaboradora do #LuzCâmeraAção no Garota Agridoce. ;)